UFRB assina cinco ordens de serviço para realização de obras nos campi

O reitor da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), professor Fábio Josué, assinou cinco ordens de serviço para realização de obras nos campi de Amargosa, Cachoeira/São Félix, Cruz das Almas, Feira de Santana e Santo Amaro. As assinaturas vão garantir a retomada de construções já iniciadas antes da pandemia do novo coronavírus, além de novos investimentos que beneficiarão toda a comunidade acadêmica no retorno às atividades presenciais.

Na quarta-feira, dia 13, um ato marcou a assinatura de duas ordens de serviço no campus Cruz das Almas para a retomada da obra do Pavilhão de Aulas 3 e reforma de um espaço na antiga Biblioteca para abrigar o Arquivo Central da UFRB. O reitor Fábio Josué ressaltou que o novo Pavilhão irá servir à comunidade do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CETEC) e do Centro de Ciências Agrárias, Ambientais e Biológicas (CCAAB), possibilitando melhores condições para realização das atividades de ensino, pesquisa e extensão. Sobre o Arquivo Central, disse se tratar de “um importante equipamento de gestão do conhecimento”.

Estiveram presentes na ocasião o vice-reitor, José Mascarenhas; o pró-reitor de Planejamento (PROPLAN), José Joaquim Ramos; os diretores de Centro, Elvis Vieira (CCAAB) e Adson Mota (CETEC); o chefe da Coordenadoria de Infraestrutura e Meio Ambiente (CIMAM), Joel Santos; o chefe do Núcleo de Gestão de Documentos da Pró-Reitoria de Administração (PROAD), Márcio de Almeida, além de docentes e técnicos envolvidos com as obras e representantes das empresas contratadas.

Na manhã seguinte, dia 14, no campus de Santo Amaro, foi assinada nova ordem de serviço, desta vez para a reforma da antiga Inspetoria Fazendária que servirá de sede administrativa para o Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas (CECULT). O prédio que pertencia ao Governo do Estado foi cedido à UFRB em 2017. O diretor do Centro de Ensino, Danillo Barata, falou da satisfação para a Universidade em iniciar a reforma do equipamento. “Após um processo de muita luta, hoje temos a oportunidade de assinar essa obra e devolver à cidade uma edificação importante, que fica no coração de Santo Amaro”, disse.

Ainda na quinta-feira, dia 14, a comitiva da UFRB seguiu para a cidade de São Félix, onde ocorreu a assinatura da ordem de serviço para reforma do primeiro pavimento do Pavilhão 2 de Julho, que será destinado para as atividades de pesquisa e pós-graduação do Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL). “Esse prédio tem uma importância fundamental para nós. Somos um Centro de Ensino com cinco cursos de pós-graduação e temos muita expectativa nas funcionalidades destas instalações para a expansão das atividades hoje concentradas em Cachoeira”, destacou a diretora Dyane Brito. “Esperamos que a pós-graduação possa ter o seu espaço, as suas salas de defesa, as suas salas de pesquisa. Esse é um passo importantíssimo que damos”, afirmou.

Investimentos em infraestrutura

O reitor Fábio Josué avaliou que, apesar das restrições orçamentárias, a UFRB tem conseguido avançar no desafio de melhorar a sua infraestrutura, através da definição de prioridades, da captação e remanejamento de recursos e do empenho dos servidores da PROPLAN e CIMAM. “Além das novas ordens de serviço que totalizam o investimento de mais de 6 milhões de reais, temos um conjunto de obras já sendo executado, como a primeira etapa da reforma do Pavilhão 2 de Julho, em São Félix, e a reforma do Quarteirão Leite Alves, em Cachoeira”, exemplificou. Já na quinta-feira, dia 15, ele visitou o campus Santo Antônio de Jesus para conhecer as futuras instalações do laboratório de testagem molecular para o novo coronavírus e, pela tarde, esteve na obra da residência universitária do campus Feira de Santana.

Por fim, também no dia 15, foi assinada a quinta ordem de serviço do novo pacote de investimentos. O ato ocorreu na cidade de Amargosa e autorizou a construção de um sistema de captação de água da chuva utilizando o potencial da cobertura do Complexo Esportivo do Centro de Formação de Professores (CFP). “Essa obra terá um rebatimento positivo economicamente para a Universidade e o CFP. Com a reutilização da água da chuva poderemos diminuir os custos com a manutenção do campus, além de contribuir para a preservação do meio ambiente”, disse o reitor. A diretora Creuza Silva e demais representantes do Centro de Ensino acompanharam a assinatura.

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