Ex-integrante da Lava-Jato defende ações do MP mas faz mea-culpa por mensagens: ‘Podemos ter extrapolado’

Ex-integrante da força-tarefa da Lava-Jato de Curitiba, o procurador regional Orlando Martello enviou um e-mail aos seus colegas fazendo um desabafo sobre o teor dos diálogos mantidos entre os procuradores da operação, que vieram a público após hackers terem invadido o aplicativo Telegram usado pelo procurador Deltan Dallagnol.

Em uma espécie de mea culpa, Martello afirma que o grupo de conversas era “uma área livre, uma área de descarrego em que expressávamos emoção, indignação, protesto, brincadeiras” e que, por conta disso, “podemos ter extrapolado muitas vezes”. Chega a comparar o espaço com um “ambiente de botequim”, para deixar claro que eram conversas informais e passar o recado de que aqueles pensamentos não interferiam na atuação técnica da força-tarefa, dizendo que “sempre prevaleceu a razão”.

Politicalivre

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