Coronel aumenta gastos na Assembleia e entrega cargo com queda de 85% em caixa

Há uma semana para entregar o cargo de presidente da Assembleias Legislativa o senador eleito, Angelo Coronel (PSD), fez muito barulho mas trouxe poucos resultados para a ALBA. Os gastos com pessoal da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) aumentaram 30% na gestão do presidente Angelo Coronel (PSD), que deixa o comando da Casa nesta semana para assumir uma cadeira no Senado. O Legislativo baiano fechou 2018 com despesa de R$ 529,5 milhões com folha, equivalente a 1,66% da receita corrente líquida (RCL) do estado. Em 2016, no último ano de Marcelo Nilo na presidência da Alba, o gasto foi de R$ 404,3 milhões. No primeiro ano de Coronel (2017), a despesa com pessoal subiu para R$ 454,5 milhões, equivalente a 12% de crescimento. A elevação foi ainda maior na comparação entre 2018 e 2017: cerca de 16%.
O senador eleito pelo estado, responsável por projetos como a Assembleia de Carinho – que doou R$ 555 mil para obras sociais – e o pagamento do Plano de Cargos e Salários para os servidores, deixará a presidência da Casa na próxima sexta-feira (1°) com um pouco mais de R$ 5,4 milhões na disponibilidade líquida do caixa da Assembleia.
O número, que ainda será reduzido pela conta de R$ 2,1 milhões de despesas deixadas pelo presidente para o próximo exercício, foi pelo menos 4 vezes menor do que o valor encontrado por Coronel, em caixa, no início de seu mandato como presidente, em 2018.
Quando assumiu, o deputado estadual formado em engenharia encontrou cerca de R$ 22 milhões disponíveis, deixados pela gestão do ex-presidente e adversário político à época Marcelo Nilo (PSB).

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