Bolsonaro afirma que vacina chinesa “não será comprada”

Na manhã desta quarta-feira (21), Bolsonaro afirmou que a vacina contra o novo coronavírus produzida na China “não será comprada” pelo governo brasileiro.

A mensagem foi publicada no Facebook, em resposta a um comentário crítico ao anúncio do Ministério da Saúde de que tem a intenção de adquirir 46 milhões de doses da Coronavac, vacina da farmacêutica chinesa Sinovac que será produzida pelo Instituto Butantan, de São Paulo.

 

Já uma outra seguidora chamou Eduardo Pazuello de “Mandetta milico”, em referência ao primeiro ministro da Saúde de Jair Bolsonaro, que deixou o cargo após discordâncias com o presidente sobre a maneira de conduzir o período da pandemia de Covid-19.

Bolsonaro disse ainda que “qualquer coisa publicada, sem comprovação, vira traição”, se referindo, novamente, ao ministro da Saúde que foi efetivado no cargo em 16 de setembro, após três meses e meio como interino depois da saída de Nelson Teich. Durante a pandemia de Covid-19, que tem pouco mais de sete meses no Brasil, dois ministros da Saúde deixaram o cargo por discordâncias com o presidente.

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