Bahia registra 61 casos de H1N1 e 12 mortes pela doença

Atéo dia 21 deste mês foram notificados 416 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), com 37 óbitos. Dentre esses casos, 72 foram confirmados para Influenza, sendo 61 pelo subtipo A H1N1, com 12 deles evoluindo para óbito, informa a secretaria da Saúde do Estado (Sesab).

No mesmo período de 2017 foram notificados 161 casos de SRAG, com 15 óbitos. Dentre eles, 15 foram confirmados para Influenza sem registro de óbitos, sendo dois casos de Influenza A H1N1.

Foram confirmados casos de A H1N1 em 17 municípios e os óbitos ocorreram em cinco deles. Salvador registrou oito (8) óbitos. Os outros municípios foram Camaçari (1); Lauro de Freitas (1); Saúde (1) e Serrinha (1).

Cinco dos 12 óbitos foram registrados em pessoas maiores de 60 anos, enquanto três deles em menores de dois anos. Além disso, duas mortes foram em pacientes entre 20 a 29 anos, um óbito na faixa etária de 2 a 4 anos e outra morte notificada entre pacientes de 40 a 49 anos.

Campanha contra H1N1 já vacinou mais de 18 mil em Salvador

Mais de 18 mil pessoas já foram vacinadas contra a influenza em Salvador, desde o início da campanha, na segunda-feira (23). O número corresponde a 3,4% do público alvo. Os dados são da Secretaria Municipal da Saúde (SMS).

Em 2018, a SMS registrou 36 ocorrências de influenza H1N1. Até o momento, oito pessoas morreram em decorrência de complicações da doença na capital baiana.

Segundo a secretaria, este ano, a vacina disponibilizada para população é trivalente, ou seja, protege contra os sorotipos H1N1, H3N2 e o influenza do tipo B Yamagata.

A imunização é realizada gratuitamente nas 126 salas de vacina do município, de segunda a sexta-feira (exceto feriados), das 08 às 17 horas.

Público alvo

Devem ser vacinados os idosos, crianças menores de 5 anos de idade (4 anos e 11 meses), gestantes, puérperas (mulheres que ganharam bebê nos últimos 45 dias), trabalhadores de saúde, professores das redes públicas e privadas, jovens de 12 a 21 anos de sob medidas socioeducativas, professores, portadores de doenças crônicas e a população carcerária que reside em Salvador.

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