Em cerimônia na Alba, Rui Costa é reempossado governador

O governador reeleito, Rui Costa e o vice eleito, João Felipe de Souza Leão tomaram posse do governo da Bahia na tarde desta terça-feira, 01, na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba).

O Secretario de comunicação, André Curvello, o secretário da Fazenda, Manoel Vitório e o Secretario da Casa Civil, Bruno Dauster foram os únicos nomes confirmados no novo governo até o momento.Os demais títulares deverão ser divulgados ao longo do mês de janeiro.

De acordo com Rui, devido ao fato de ser uma governança de continuidade, alterações podem ser feitas a qualquer momento, não apenas nesta terça. “Eu não olho filiação partidária de quem eu eu convido. Eu convido pela minha ótica, que não passa pelo filtro da filiação. “

Quando questionado sobre a posse do presidente Jair Bolsonaro, Rui disse que não fala em nome de partido e desejou sorte. “O que eu espero do novo presidente do Brasil é que ele cuide do povo brasileiro. Desejo sorte, desejo que as coisas funcionem. Eu sempre torço pelo Brasil, independente do cenário politico”.

O governador se declarou contra o porte de armas e ainda se posicionou em defesa dos nordestinos. “Eu sempre serei uma voz ativa, atenta e firme em defesa da Bahia, dos baianos e do nordeste. Não vamos aceitar discriminação contra baianos nem nordestinos, reforçou”

Rui Costa encerra discurso de posse com agradecimento a eleitores

O governador reeleito da Bahia, Rui Costa (PT), encerrou o discurso na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), agradecendo os votos que recebeu do povo baiano.

Durante o discurso, o governador chorou por várias vezes ao lembrar sua trajetória de vida, desde a infância até chegar ao Palácio de Ondina, a sede do Executivo Baiano.

O discurso do governador foi encerrado ao som de gritos de “Lula Livre”.

Rui Costa diz que não medirá esforços para ajudar governo Bolsonaro

O governador reeleito da Bahia, Rui Costa (PT), disse na tarde desta terça-feira, 1, que não medirá esforços para ajudar o governo federal de Jair Bolsonaro. “Eu jamais vou torcer contra o Brasil”, disse o baiano. Ele comentou que, na época da ditadura militar, muitos entravam em dúvida se torceriam ou não pela seleção brasileira e que sempre optou por torcer pelo Brasil.

“Farei o que puder para ajudar o governo federal. Claro que vou fiscalizar para que o Estado da Bahia e o Nordeste não sejam prejudicados”, disse. Ele acrescentou, no entanto, que discorda do discurso de que a liberação da posse de armas de fogo, proposta por Bolsonaro, vai contribuir para a redução da violência.

“Discordo que num País em que 60 mil jovens morrem por ano que a distribuição de armas vai resolver a questão da violência”, disse, acrescentando que “distribuir armas para a população é como dar açúcar para adoçar a boca de um diabético”.

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