MP realiza mais de 268 atendimentos em Cachoeira

O Ministério Público Estadual esteve na cidade de Cachoeira com o projeto MP Comunidade, voltado para realizar serviços gratuitos como emissão de documentos e reconhecimento de paternidade. Só na sexta-feira (30) o projeto atendeu 268 pessoas da cidade com serviços importantes. O pai da filha de Luana Oliveira está preso. Ele sempre teve vontade de registrar a sua filha que já tem quatro anos, mas não conseguia devido à sua situação carcerária. Na sexta-feira (30), a mãe da criança saiu da zona rural e foi até a Praça do Jardim Grande, no município de Cachoeira, para resolver esta situação. Ela procurou o MP Comunidade, projeto do Ministério Público estadual que percorre municípios baianos oferecendo os serviços da instituição, para providenciar a documentação necessária e registrar a criança. “Vamos diretamente ao presídio levar o documento de reconhecimento de paternidade para ele assinar. A partir daí, a mãe já poderá ir ao cartório registrar a criança”, disse a coordenadora do Núcleo de Paternidade Responsável (Nupar), promotora de Justiça Joana Philigret. Só em Cachoeira foram realizados 268 atendimentos e utros 213 no município de Amélia Rodrigues, no dia anterior.
De acordo com promotor de Justiça Rodrigo Rubiale, “o município de Cachoeira tem uma demanda muito grande desses serviços, principalmente das pessoas da zona rural.Trazer o projeto MP Comunidade para o município foi uma forma de atender os interesses da população”. Os serviços oferecidos são abertura de registros de nascimento; exames de DNA; reconhecimento de paternidade; regulamentação de guarda; acordo de alimentos, entre tantos utros. A ação contou também com a participação dos promotores de Justiça Adilson de Oliveira, coordenador do ‘Projeto Sou Gente de Verdade’, e Marcel Bittencourt, da Promotoria de Amélia Rodrigues, além da servidora Taiane de Brito e servidores do Nupar.

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