Envolvidos no Transbaião terão que devolver 1,5 ao Ministério da Cultura

Uma verdadeira farra com dinheiro público. Idealizado pelo ex-deputado baiano Luiz Argôlo e abastecido com recursos do esquema investigado na Operação Lava Jato, o projeto Transbaião 2013 terá que devolver aproximadamente R$ 1,5 milhão ao Ministério da Cultura (MinC). A soma se refere a quase todos os recursos captados através da Lei Rouanet pelo Transbaião, cujas contas foram reprovadas no MinC por irregularidades. Entre os patrocinadores do projeto, está a Arbor Assessoria Contábil, que pertence a Meire Poza, ex-contadora do doleiro Alberto Youssef. Em 2015, Meire acusou o antigo chefe de ter usado indevidamente a empresa para beneficiar Argôlo. O ex-parlamentar continua preso no Paraná, onde foi condenado a 11 anos e 11 meses de cadeia. Realizado no período junino de 2012 e 2013, o Transbaião previa viagens de trem e shows em 13 cidades da Bahia, com acesso gratuito por pessoas de baixa renda, mas virou uma festa para 54 convidados de Luiz Argôlo. Autora do projeto junto ao MinC, a Associação dos Criadores da Região de Entre Rios é sediada em uma fazenda da família Argôlo.

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