UFRB aprova transferência simbólica da sede para Santo Amaro em 14 de junho

O reitor da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), Silvio Soglia, participou da sessão solene no Salão do Poder Legislativo Municipal de Santo Amaro, na noite da última quinta-feira, 14 de junho. A data marca a participação histórica do município do recôncavo baiano no movimento de emancipação política do país. Cumprindo uma tradição secular, os santamarenses comemoram a Ata da Vereação de 14 de junho de 1822, que exigiu das Cortes de Lisboa a Independência do Brasil.

Na oportunidade, o diretor do Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas (CECULT), Danillo Barata foi homenageado com o título de cidadão santamarense. Por ocasião dos festejos deste ano, além da solenidade cívica e da entrega do título de cidadão santamarense ao professor Danillo, o reitor da UFRB foi convidado a proferir palestra alusiva ao 14 de junho de 1822. “Esse ato expressa ciclo que tem para nós, homens e mulheres de hoje, do recôncavo e de Santo amaro, especificamente, a digital da vanguarda, por retomar um sonho, um desejo, uma necessidade e um reconhecimento secular, de ter o direito a uma universidade federal no território do recôncavo”, avalia Soglia.

Pela manhã do dia 14, em reunião do Conselho Universitário (Consuni), os conselheiros aprovaram uma solicitação do legislativo santoamarense de promover a transferência administrativa da sede da UFRB para Santo Amaro em cada dia 14 do mês de junho, uma homenagem à história do município que simboliza a implantação do campus da UFRB naquele município. O reitor destacou ainda a presença da UFRB como uma expressão do projeto político da instituição. “Este ato aqui hoje, rememora o que somos, fizemos, implica em dialogar com os que aqui estiveram e que retornam hoje a estar conosco, na memória e no reconhecimento dos seus feitos. Celebra o nosso lugar na história desse país, a grandeza das nossas lutas e conquistas. E reafirma a aliança necessária entre a ciência, as artes, a filosofia e a política, como bases imprescindíveis na edificação da consciência nacional”, finaliza.

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