Júnior Magalhães e outros 10 parlamentares são investigados pela PF

Alguns deputados federais, estaduais e ex-parlamentares baianos são investigados pela Polícia Federal por suspeitas de práticas de crimes contra a ordem tributária.

Apesar de correr em segredo de Justiça, um despacho citou nominalmente o nome de 10 ex-parlamentares, dois atuais detentores de mandato – inclusive o atual presidente da Assembleia Legislativa, Ângelo Coronel (PSD) – e um deputado federal. Todos respondem ao inquérito, em tramitação no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA).

Os demais nomes foram encontrados a partir de processos relacionados localizados em outras instâncias. Ex-integrantes da AL-BA, Capitão Fábio Santana (DEM), Antônia Pedrosa (PMDB), Ferreira Ottomar (PMDB), Júnior Magalhães (DEM), Clóvis Ferraz (PSD), Edson Pimenta (PCdoB), Heraldo Rocha (DEM), atual coordenador-geral do Departamento Nacional de Obras contra a Seca (Dnocs), Tarcízio Pimenta (PDT) e Raulino Queiroz, que atuou na Casa entre 1967 e 1987, não possuem foro privilegiado e respondem em primeira instância. Já Gilberto Brito (PSB), eleito prefeito de Paramirim, os deputados estaduais Ângelo Coronel (PSD) e Bira Corôa (PT), além do federal Paulo Azi (DEM) mantêm os foros privilegiados.

Não há detalhes sobre a denúncia. No entanto, o documento, assinado por um delegado da PF, da Superintendência Regional da Bahia, diz que, antes de apreciar os pleitos ministeriais formulados – sobretudo no que tange ao desmembramento dos autos e à quebra de sigilo bancário e fiscal –, e as petições apresentadas pelas defesas, precisa encaminhar a remessa à Procuradoria de Justiça, para que o Ministério Público da Bahia (MP-BA) se manifeste sobre as constatações.

 

(Bahia.ba)

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